Ai, ai, Net...

postado por lucaslima em 27/08/2010

 

Tive que parar de trabalhar pra dividir isso. 

 

Acabei de receber uma ligação da Net, algo que acontece TODA semana. Cada vez é uma coisa: "gostaríamos de lhe oferecer o pacote 'x' (que por sinal era o pacote que eu tinha...)", "gostaríamos de lhe oferecer este novo pacote de canais sem custo adicional" ou "gostaríamos de oferecer um aparelho de Net HD para seu segundo ponto sem custo" e tal, e mesmo quando eu aceito, fica por isso mesmo e não vejo a cor nem dos canais, nem dos aparelhos. 

Querida Net, eu estava feliz e satisfeito antes de vocês me oferecerem algo novo, mas quando este algo novo não chega, eu deixo de ficar satisfeito, oras! Se não vai cumprir, não oferece!!!!

Mas não é disso que quero falar. A ligação de hoje era pra me oferecer o pacote da internet de 100 mega e a minha primeira reação foi "uau, finalmente em Campinas, EU QUERO, que bala!!!" Aí me liguei que na Net tem a parada de limite de download, que hoje é de 80GB e que eu acabo estourando quase todo mês. Vou tentar, agora, transcrever o diálogo que rolou, depois de aguardar "um minuto" e de conferir TODOS OS DADOS DO MUNDO:

 

Lucas: "Me interesso sim por esse pacote, mas gostaria de saber se com essa velocidade o limite de download aumenta também"

Atendente: "É claro, o limite passa a ser de 100 mega"

Lucas: "Na verdade queria saber se o limite de download, que hoje é de 80GB aumentaria também".

Atendente: "Aumenta, claro, vai para 100 mega".

Lucas: "Sim, a VELOCIDADE vai para 100 mega, entendi, mas estou perguntando a respeito do limite de download, que hoje é de 80GB. Este aumenta?"

Atendente: "Senhor, na verdade o seu limite hoje é 12 mega, com esse pacote ele vai pra 100!"

Lucas: "Não moça, olha só: 12 ou 100 mega é a velocidade, tipo o quão rápido você consegue baixar as coisas, isso que eu estou perguntando de 80GB é o QUANTO eu posso baixar e não o quão rápido eu posso baixar..."

Atendente: "Eu entendo, senhor, mas eu posso garantir que 100 mega é o limite mais alto do mercado! Você não concorda comigo que 100 mega é bem maior que 12?"

Lucas: "Concordo! Mas se o limite for de 80GB, de que adianta baixar rápido e depois não poder mais baixar?"

Atendente: "Mas o senhor baixa mais de 100 mega por mês?"

Lucas: "Moça, 100 mega é 3 músicas em .aif que eu recebo de cliente todo dia, eu estou falando de muitos GB. Eu acho que a gente não está falando a mesma língua..."

Atendente: "...               ...       só um instante que vou falar com meu supervisor..."

 

Depois desse papo bacana, que eu resumi, ela foi lá, perguntou e o cara disse que o limite foi pra 150GB. Legal.

Mas por que submeter o cliente E a funcionária a esta perda de tempo e a esse desconforto?

Não é culpa da guria que ela não sabe o que é isso, é culpa de quem não deu o devido treinamento e pôs uma pessoa pra vender um produto sobre o qual ela não entende bulhufas! Eu vi que ela tinha boa vontade, mas simplesmente não fazia ideia do que tava rolando! Tipo, eu não sei nada sobre fusão nuclear, mas eu não preciso disso no meu trabalho! É uma puta falta de sacanagem botar a guria nessa situação ao invés de, ou usar pessoas que já tenham esse conhecimento, ou dar o devido treinamento.

Os clientes estão muito mais exigentes hoje em dia, principalmente em áreas relacionadas a informática e tecnologia. 

ACORDA PRA VIDA, NETÊEEEEEEEE!!!!

Quando não dava pra xingar muito no Twitter

postado por lucaslima em 25/08/2010

Tava aqui numa Youtubeada tranquila e vi esse vídeo do Caetano puto da cara xingando um jornalista que tinha falado mentiras a respeito dele. É claro que nesse caso ele se ofendeu também por ser um jornal americano usando uma crítica direcionada a ele e ao Gil para camuflar um certo ataque ao Brasil, mas mesmo com esse teor mais profundo, ele deixa claro que não estava ofendido com o que foi dito, e sim com o fato de ser MENTIRA.

Não importa o tamanho, não importa se denigre, se eleva, se é pequena ou grande. SEMPRE que uma mentira é dita ao nosso respeito, irrita. A não ser que tu seja o Gil, aí tá tudo certo, tudo na calma! eheheheheheh!

 

Acho interessante que ele fala que não tinha onde responder e aproveitou o espaço no Jô Soares Onze e Meia pra falar.

Se fosse hoje em dia, ele poderia xingar muito no Twitter!!!! : )

Ajudinha da gurizada

postado por lucaslima em 21/08/2010

Gurizada, tô finalizando uma música pro novo disco da FL e me faltam ideias pra letra, o que pra mim é algo muito normal. Tipo, se levo três dias pra fazer uma música, pra fazer a letra demoro um mês.

Pra mim é muito trabalhoso escrever letra de música pelo fato de que eu tenho que concordar e acreditar 100% naquilo que estou escrevendo, além de ser bem mais interessante pra mim quando o que escrevo faz sentido com algo que eu já tenha vivido ou esteja vivendo. E não dá simplesmente pra mandar um "você é meu amor", "meu bem, fica comigo" ou "não me faça sofrer" e tal, tem que ser mais interessante, mais pessoal.

Mas no caso, estou escrevendo uma música que fala sobre como a gente deixa de ir pra frente, de melhorar, de mudar as coisas em nossa volta simplesmente pelo fato de que a gente tem receio de botar a cara, de se arriscar e de realmente pegar as rédeas da nossa própria vida. Por isso, queria sugestões de vocês de coisas que a gente perde por não ser mais corajoso, por não enfrentar nossos medos e tal.


Quem tiver ideias, por favor, manda ver nos comentários! Abs

A chatice do "Antigamente que era bom..."

postado por lucaslima em 20/08/2010

 

 

Li hoje um cara descendo a lenha no Rock In Rio, falando sobre o absurdo que pra ele é o fato de artistas como Beyonce estarem sendo cotados para participar de um festival com "Rock" no nome.

Até aí, entendo o ponto de vista do cara, ele não gosta de música pop e esse é um direito dele, o festival realmente se chama ROCK in Rio e tal, beleza. O problema é que depois o cara fala que outros festivais estão muito mais legais, com música BOA, como por exemplo: Linkin Park. 

Ok, gosto é gosto e eu gosto de Linkin Park também, mas acho muito estranho nome desta banda estar sendo usado atualmente por alguém para exemplificar "boa música".  Há 10 anos, quando Hybrid Theory saiu, eles eram vistos de várias formas: cópia mal feita do Limp Bizkit, produto criado pela indústria fonográfica, letrinhas bobinhas, música de adolescente, etc. Como música boa, nunca.

Na verdade, os caras eram tão criticados e ridicularizados por pessoas não-adolescentes quanto os "coloridos" são hoje, e é esse meu ponto. Será que, na verdade, não é sempre assim?

Um tempo atrás, vi um stand up do Chris Rock (não consegui achar link...) que ele falava algo do tipo "o nosso gosto musical é definido para o resto da vida a partir do estilo de música que a gente ouvia quando começou a transar". Ou seja, o que tu ouve na adolescência é, provavelmente, um som que tu vai gostar pro resto da vida.

Bandas que hoje em dia são exaltadas como unanimidade, por exemplo Nirvana, Pearl Jam e tal, na época, eram vistas pela galera de 30 anos como bandas de adolescentes rebeldes sem causa! Mas agora, aqueles adolescentes SÃO os caras de 30, logo, aquelas bandas são do caralho e as novas bandas são uma porcaria que só adolescente gosta.

Eu, sinceramente, não acho que essas bandas coloridas sejam ruins. Eu entendo que são bandas que fazem um som que não me atrai tanto (e, sim, eu OUVI antes de falar isso, ao contrário de muita gente que odeia sem conhecer...), mas não é porque EU não gosto de algo que isso seja INERENTEMENTE ruim. 

A gente tende a lembrar das coisas de épocas como a infância e a adolescência como algo melhor  do que realmente eram. Pra alguns, como eu, rangar um Lollo (NUNCA vou chamar de Milkybar!!!!) hoje é quase uma decepção! É porque os ingredientes não são mais os mesmos? Pode ser, mas eu tendo a acreditar que é porque hoje em dia eu tenho conta pra pagar.

 

 

 

 

UFC 117: Tem alguma coisa estranha aí...

postado por lucaslima em 08/08/2010

 

Nessa semana estava conversando com vários amigos a respeito do fato de que ando um pouco decepcionado com esportes em geral, principalmente pela robalheira, manipulação de resultados, jogos de interesse e tal. No fim das contas, o único esporte para o qual eu torço mesmo, o qual eu acompanho e realmente me importo é o MMA. Mas talvez até isso mude...

Quem viu o UFC 117 ontem a noite (que por sinal foi transmitido ao vivo sem precisar de PPV, algo raro) acho que, provavelmente, vai concordar comigo. 

A luta do brasileiro campeão dos pesos-médios Anderson Silva contra o americano Chael Sonnen, parafraseando Felipe Neto, não fez o menor sentido! O desafiante é um bom lutador, mas nem se compara com a qualidade do atual campeão, considerado por praticamente todos (pelo menos antes de ontem a noite...) um dos melhores de todos os tempos.

A luta em pé foi atípica: Anderson, conhecido pela calma, domínio e precisão nos golpes jogava swings e cruzados desajeitados como qualquer outro lutador inexperiente e não como 'o' cara QUE A GENTE SABE QUE ELE É, tomando até knock down. No chão, mesmo com o Jiu-Jitsu QUE A GENTE SABE QUE ELE TEM, mantinha o quadril parado, não arriscava pôr o pé na virilha pra empurrar o adversário e tentar se levantar, deixando escapar oportunidades de kimuras, chaves de pé... Fechou a guarda e ficou ali, recebendo os golpes. 

O mais impressionante é que, mesmo sem fazer quase nada, o desafiante terminou a luta com o rosto machucado de levar cotoveladas de baixo pra cima, enquanto Anderson, tomando 'bombas' de cima pra baixo, estava com o rosto praticamente limpo.

No final, o Anderson tirou uma finalização à la Minotauro e venceu, mas a luta toda parecia meio combinada.

Foi inevitável pra mim começar a arquitetar teorias da conspiração! Parece que arranjaram a luta para se prolongar a historinha e criar um roteiro de "ah, o americano quase chegou lá, vamos fazer uma revanche, blá, blá, blá...", criando duas oportunidades muito lucrativas para o UFC:

1) Silva e Sonnen: técnicos do próximo reality show The Ultimate Fighter

ou

2) Silva vs Sonnen 2 pro último evento do ano, um dos mais lucrativos do calendário do MMA

 

Espero muito estar errado, mas sabendo o absurdo de lutador que o Anderson é fica inexplicável a performance dele ontem a noite. Agora é esperar pra ver, mas, pela primeira vez, ficou uma má impressão daquele que, pra mim, era um dos últimos esportes (dos quais me importo) que eram, ao menos, 'de verdade'.

Sorte?? Imagina...

postado por lucaslima em 03/08/2010

Aí sim, fomos surpreendidos novamente!

 

http://goo.gl/yf8n

Fala sério! Sorte não começa a descrever! Muito bom!

Há quanto tempo....

postado por lucaslima em 02/08/2010

Ae, gurizada!

 

Isso mesmo, voltando - aos poucos - pro blog. 

 

O Twitter é uma #putafaltadesacanagem, a gente se acostuma a escrever pouquinho e isso satisfaz por um tempo, mas chega uma hora que 140 caracteres simplesmente não são o suficiente...

Bom, nesse tempo que fiquei sem postar fiz várias coisas. Por exemplo, fui ali, até a Montanha da Perdição destruir um anel. Lá estava cheio de trolls, mas pelo visto por aqui não é muito diferente...

 

 

Na volta, peguei um submarino que me levou pra uma ilha meio diferente. Minha estada lá foi meio estranha no começo, depois deu uma melhorada, até que, no final, eu tava apanhando tanto que foi até melhor ir embora.

 

 

E agora estamos aí de volta! Mais pra frente começo a escrever algo que preste, por enquanto preciso despressurizar.

(sim, joguei "despressurizar" no Google pra ver como se escreve)

Felicidade a gente não encontra em algum lugar, a gente leva de casa!

postado por lucaslima em 24/02/2010

Se eu não me engano ano passado eu fiz um post parecido, mas como isso não deixa nunca de ser verdade (pelo menos pra mim) achei legal repetir.

Eu tenho tido cada vez mais certeza de que a gente persegue o sucesso de maneira errada na vida. A maioria das pessoas quando questionadas sobre o que é sucesso tendem a inserir dentro de sua resposta alguma relação com "reconhecimento".

Parece que a única maneira de alcançar o sucesso é ser reconhecido pelas pessoas como um vencedor, é olhar para os lados e ver que estamos melhores do que a maioria ou algo do tipo.

Como eu já disse antes, eu acredito que a nossa felicidade e sucesso são coisas muito importantes para deixar nas mãos de terceiros.

 

Se pra ser feliz a gente depender de como seremos vistos, de quão popular somos ou de quanto temos em relação ao outro nunca vamos encontrar a felicidade. Falo isso pois inevitavelmente sempre que olharmos para cima terá alguém em melhor situação que a gente, com mais grana, com mais reconhecimento, com mais sucesso...

A gente não pode se colocar em posição de vítima. Falar coisas como "eu sou melhor que esse cara e ele ganha mais" ou "eu sou mais competente e esse cara é muito mais popular" nos colocam nessa posição de vitimados, injustiçados e isso é errado. Se você quer ser feliz, isso é errado.

Acredito muito que se a gente não muda a postura não existe reconhecimento e grana no mundo que sejam suficientes para nos satisfazer.

 

A gente busca a felicidade em tudo quanto é canto sem se ligar de um fato: a felicidade não é algo que a gente encontra em algum destino. Felicidade a gente leva de casa.

 

É possível ser infeliz no hotel mais lindo da ilha mais afrodisíaca do pais mais bacana do mundo, assim como é possível ser feliz na casa mais simples do bairro mais pobre da cidade mais caótica do mundo.

 

Tem gente feliz que perdeu pai, mãe, que o irmão está doente, que não caminha... Tem gente infeliz com família, saúde, grana...

 

A felicidade não é uma situação onde todas as peças se encaixam perfeitamente e sim onde, mesmo sem saber como resolver o quebra-cabeça, a gente dá risada e encara com o coração aberto e com a disposição a ser feliz.

 

Feliz 2010 pra todo mundo!

Várias fotos em Concórdia!

postado por lucaslima em 18/02/2010

Ae!

 

Tantas fotos ficaram legais aqui em Concórdia que eu resolvi fazer um postizinho só pra postar elas.

 

O show foi incrível, lotadaço, a gurizada tava muito a fim... isso faz toda a diferença!

 

Dá uma olhada:

Abs!

A distância entre um amigo e um inimigo pode ser de 140 caracteres

postado por lucaslima em 05/12/2009




Nessa semana me desentendi com um engraçadinho que fez uma piada de extremo mau gosto envolvendo a morte do Lombardi, Leila Lopes e que terminava com a aposta de que eu seria o próximo a morrer.
A verdade é que eu já aprendi que nunca se deve responder mensagens negativas sejam elas no blog, twitter ou qualquer outro lugar na internet pois estas são, em 99% dos casos, escritas por alguém que quer chamar atenção, dar um print screen e se achar o "engraçadinho"...
É óbvio que nem sempre a gente aguenta e de vez em quando ainda caio nessas.

Geralmente quando vejo alguma mensagem muito absurda acabo dando uma olhada no perfil de quem escreveu só pra ver se esse é o padrão do que esta pessoa escreve. Neste caso vi que era uma excessão, o cara que escreveu costuma postar coisas bem legais, assim como os amigos dele que depois apareceram com um punhado de hostilidades.

Nessas horas é que eu chego a esta conclusão: a distância entre um amigo e um inimigo pode ser de 140 caracteres.

Digo isso pois fui xingado por pessoas que, de acordo com o que vi nos perfis, curtem e se interessam pelas mesmas coisas que eu e meus amigos.
A minha primeira resposta ao ver o que o cara escreveu foi responder com educação que eu tinha achado que fazer piada com duas pessoas que acabaram de morrer era algo de mau gosto, e mantenho essa opinião.

 

O problema é que algumas pessoas tendem a ver quem está na televisão como "personagens", não como pessoas.
 

É totalmente normal sentar na frente da TV e dizer "tomara que essa Flora morra!" e coisas do gênero, ninguém se sente (nem deveria se sentir)  culpado ao falar isso. Mas isso não se aplica (ou não deveria se aplicar) aos atores que representam esses papéis. Ninguém deveria dizer coisas tipo "ainda bem que a Patrícia Pillar teve câncer, ela mereceu". E o pior é que esse tipo de coisa acontece, é só olhar os comentários no Terra e ver o que falaram sobre a gravidez da Cláudia Leite, por exemplo.

Não é a toa que a gente ouve falar de vários e vários casos em que os atores que interpretam vilões nas novelas são hostilizados e até agredidos na rua. Pra mim isso é o cúmulo da ignorância.

Eu não acredito que o cara que fez a piadinha realmente queria que eu morresse, eu entendi a piadinha e tal. Mas não acho que 1o: essa piadinha teria sido feita frente a frente e 2o: que teria sido feita sobre a própria família.

Ninguém diria "meu tio Zé Roberto morreu ontem. Será que meu pai Humberto é o próximo a  morrer? Hahahahah".


Também existe o fato de que as vezes a gente escreve algo sem pensar em como isso pode afetar os outros. Por isso, quando vejo que alguém reagiu a algo que escrevi de maneira muito distante do que quis dizer, tento explicar ou peço desculpas se eu entender que passei dos limites, simples assim.
No caso, quando deixei claro pro cara de que tinha achado de mau gosto o que ele escreveu, o cara já me xingou e eu, de cabeça quente, xinguei de volta.

É isso que quero dizer com "a distância entre um amigo e inimigo pode ser de 140 caracteres". Uma resposta sem pensar leva a um desentendimento totalmente desnecessário. Pessoas com gostos e ideias em comum podem se hostilizar definitivamente simplesmente por uma dúzia de palavras. Provavelmente o cara já devia ter uma predisposição a não gostar de mim, por isso foi difícil de enxergar o péssimo gosto da própria piada. Ou talvez ele faça parte do grupo que enxerga pessoas que aparecem na TV como personagens, não sei.

De qualquer jeito, por mais imediato e impulsivo que seja o caráter de qualquer coisa que a gente escreve na internet, vale a pena fazer o seguinte exercício: substituir o nome das pessoas com as quais a gente está fazendo a brincadeira pelos nomes das pessoas que mais amamos no mundo e imaginar outra pessoa divulgando isso.

Muitas vezes a piada perde a graça.